Início / Brasil / Regata Transat Jacques Vabre deve retornar a Salvador em 2019

Regata Transat Jacques Vabre deve retornar a Salvador em 2019

A estrutura montada pela Prefeitura de Salvador para recepcionar velejadores, familiares e organizadores da Transat Jacques Vabre tem sido elogiada por representantes do evento esportivo. Graças ao planejamento do local de chegada e ao atendimento prestado aos participantes, esforços que se somam a uma baía encantadora como a de Todos os Santos, os organizadores da maior regata transatlântica do mundo informaram que pretendem retornar à capital baiana na próxima edição, em 2019.

O diretor-geral da regata, Gildas Gautier, fez uma avaliação positiva da competição. “Desde a largada até a chegada em Salvador, o evento foi um sucesso. Os membros da organização e os velejadores estão todos contentes. A ideia para essa edição foi fazer com que a repercussão do evento no Brasil fosse maior e com que houvesse mais interação com o público, e tudo isso tem dado muito certo. A probabilidade de retornarmos na próxima edição é muito grande, todos concordam com o retorno”, afirmou.

O diretor de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), Antônio Barretto Júnior, destacou que o empenho da Prefeitura fortaleceu o segmento econômico na cidade. “A administração municipal colocou toda a equipe de infraestrutura à disposição da regata. Além disso, a Vila da Regata foi uma grata surpresa para todos e a difusão da cultura náutica entre a população foi uma das características mais relevantes para quem esteve à frente da Transat Jacques Vabre”, disse.

Na manhã desta terça-feira (22), mais uma dupla da classe Imoca chegou a Salvador, após ter cruzado o Oceano Atlântico por 16 dias. Os franceses Isabelle Joschke e Pierre Brasseur ocuparam o 8º lugar da categoria, a bordo do Generali, embarcação de apenas um casco e 60 pés. Isabelle foi também a segunda mulher da competição a ancorar em Salvador. Segundo ela, um dos momentos mais difíceis da competição foi passar pelos Doldrums, região da linha do Equador, onde os ventos são muito inconstantes. “O vento nessa região é uma questão de sorte, e eles não estavam a nosso favor. De repente vimos vários competidores que estavam bem atrás nos passando e tivemos que recomeçar a partida”, conta a competidora. Ao lado do skiper Pierre, ela percorreu uma distância de 4.657 milhas náuticas a uma velocidade de 12,11 nós.

Sobre Mathias Jaimes

Leia Também

Para Jaques Wagner, Michel Temer “é um homem que tem uma história, é um constitucionalista”

Em matéria veiculada no site da Band (clique aqui), em setembro de 2009, o então ...

Deixe uma resposta